Na Ponte da Amizade, ela ia embora; eu, chegando.
No meio, o rio brilhou amarelo como ipê.
Trocamos um “bom dia” e um vento virou meu chapéu para o lado dela.
Ela segurou. Sorri.
O ônibus buzinou, o barco apitou.
Ficamos com o chapéu — e um destino novo.
Submetido ao chamamento de microcontos do Grupo Editorial Letras Negras Brasil
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