sábado, 4 de outubro de 2025

Ponte da Amizade

 




Na Ponte da Amizade, ela ia embora; eu, chegando. 

No meio, o rio brilhou amarelo como ipê. 

Trocamos um “bom dia” e um vento virou meu chapéu para o lado dela. 

Ela segurou. Sorri. 

O ônibus buzinou, o barco apitou. 

Ficamos com o chapéu — e um destino novo.


Submetido ao chamamento de microcontos do Grupo Editorial Letras Negras Brasil

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