quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Tocantins cresceu

Fonte da imagem: @governodotocantins

Nas margens do rio, sob o céu imenso,
Tocantins nasceu, com sonho intenso.
Há 35 anos, uma estrela a brilhar,
Um estado jovem, começava a se formar.

Terra de promessas, de gente valente,
Onde o sol é quente, o povo é crescente.
Riqueza em fauna, flora e mineral,
Tocantins é jóia, é pedra vital.

Da Serra do Lajeado ao Jalapão,
Cada canto seu, uma nova canção.
As águas do Araguaia, em praias a se banhar,
No coração do Brasil, um lugar pra se amar.

Comemoramos os trinta e cinco a brindar,
Cultura, história e progresso a se destacar.
O povo tocantinense, com orgulho e paixão,
Celebra seu estado, com festa e gratidão.

Tocantins, em teu aniversário querido,
Que sigas forte, sempre unido.
Brilha no cenário brasileiro,
Feliz aniversário, Tocantins altaneiro!

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

O Cântico Inaudível: O Direito Desde o Início


Na quietude do ventre, onde a vida se tece,  

Ali, um universo inteiro em silêncio obedece.  

Um encontro de células, um milagre em formação,  

Cada batida, um hino à vida, uma nova canção.


Não se vê, não se ouve, mas se sente, se sabe,  

Cada fibra, cada nervo, um futuro que cabe.  

O direito à existência, desde o primeiro alento,  

Uma chama invisível, no sagrado recinto.


Quem somos nós para negar esse chamado,  

Para silenciar o cântico que já foi entoado?  

Cada ser em seu mistério, cada vida em sua trama,  

Todas as coisas vivas, sob a mesma sacra flama.


Pela inocência que cresce, pelo amor que se expande,  

Que cada vida em seu curso, como um rio, seja grande.  

E possa fluir e brilhar, desde a sua concepção,  

Um direito inalienável, uma divina oração.


Dentro deste direito, o respeito se guarda,  

A essência de cada alma, que nenhuma lei descarta.  

O direito à vida, desde o tecido inicial,  

É o fundamento eterno, o princípio vital.

domingo, 24 de setembro de 2023

O Som da Liberdade: Ecos na Selva


Na selva densa onde os ecos se perdem,  

Um ex-agente federal com o destino se mede.  

No labirinto verde, sua missão, uma cruzada,  

Para resgatar uma vida, por monstros assaltada.


O tempo é um fio frágil, rompendo-se a cada passo,  

Cada minuto é uma guerra contra o inevitável fracasso.  

Pelas veredas da Colômbia, um inferno disfarçado,  

Busca a menina perdida, por correntes aprisionado.


Serpentes e demônios, na forma de homens vistos,  

Guardiões do cativeiro, nos caminhos tão mistos.  

Mas o som da liberdade, um ritmo distante,  

O impulsiona pela escuridão, como um gigante.


O som é um grito, um brado de resistência,  

Reverbera na mata, desafia a própria existência.  

Com cada fibra de seu ser, enfrenta o desconhecido,  

Nem mesmo o medo pode mantê-lo adormecido.


E ao final dessa odisseia, quando as algemas quebram,  

O som da liberdade é o cântico que os céus celebram.  

O agente, agora um herói, numa batalha sem nome,  

Entende que a liberdade é o único verdadeiro lar do homem.

Ode à Língua Inglesa: Uma Ponte de Palavras


Ah, língua inglesa, esfera em constante rotação,  

Tu que cruzas fronteiras, que vences a nação.  

Tua gramática é o navio, teu vocabulário o mar,  

E no âmago de cada palavra, um mundo a explorar.


Shakespeare te vestiu de poesia, de sonho e de amor,  

E os Beatles cantaram tua melodia, um hino a se compor.  

De Dickens a Rowling, foste o pano de um vasto cenário,  

No palco da história, o idioma universal, um relicário.


"Love," "Freedom," "Hope"—três sílabas como três estrelas,  

A iluminar a escuridão dos tempos, como belas centelhas.  

A "apple" do conhecimento, o "rose" do desejo,  

Na "night" que cai, tu és a "light," o alicerce do ensejo.


Tua estrutura é democrática, aberta a novos termos,  

Um mosaico de influências, de gestos tão modernos.  

Do "sushi" ao "paparazzi," acolhes sem hesitação,  

Tua natureza é a inclusão, a global conversação.


Nas salas de aula, és a porta para um futuro sem fim,  

Nas telas e nas páginas, a ligação entre mim e mim.  

Oh, língua inglesa, em ti vemos o passado e o agora,  

És a ponte de palavras onde o humano sempre mora.

sábado, 23 de setembro de 2023

Entre o Essencial e o Supérfluo: Corte e Cultive

 

Num jardim interior de escolhas e dilemas,  

Crescem as flores e espinhos, dilemas e poemas.  

Quais raízes alimentar? Quais galhos cortar?  

Neste jogo entre o ter e ser, o que é essencial cultivar?


A ambição se estende, como hera que sufoca,  

Mas a simplicidade é a rosa que nossa atenção invoca.  

Entre o relógio e o tempo, qual é de fato necessário?  

O ponteiro corre, mas o tempo é o altar solitário.


Corte a raiva, o rancor, essas ervas daninhas,  

Que turvam a visão e espinham nossas linhas.  

Cultive o perdão, a compaixão, no solo do ser,  

A essência da alma que nos faz verdadeiramente viver.


Arranque as comparações, essas vinhas invasivas,  

Que estrangulam a autenticidade, tornando-nos passivas.  

Cultive a gratidão, esse lírio que se ergue sozinho,  

Encontrando sua luz, mesmo em um escuro caminho.


Entre cortes e cuidados, o jardim se torna você,  

Um equilíbrio de essências, onde o belo pode crescer.  

Deixe cair o supérfluo, de suas mãos e de sua vida,  

E cultive o que é essencial, onde a alma é nutrida.

sexta-feira, 22 de setembro de 2023

O Pequizeiro do Tocantins



No cerne do Tocantins, onde o sol e a lua dançam,  

Ergue-se um pequizeiro, rei das terras que abraça.  

Guardião de saberes, e das memórias que avançam,  

Folhas e frutos, segredos que o tempo não deslaça.


Os seus galhos, braços abertos para o céu vasto,  

São como versos verdes, escritos no ar em caligrafia.  

O pequizeiro, poeta de casca dura e coração casto,  

Transforma em aroma a história de nossa geografia.


Seus frutos, como jóias, adornam a copa imponente,  

E na cozinha tocantinense, são estrelas da culinária.  

Pequi, ouro do cerrado, nas mãos do povo é semente  

Que viaja por pratos e prosas, numa jornada milenária.


Ah, pequizeiro! Tua estatura é o poema do chão,  

És ícone de uma terra onde a alma e o fruto se fundem.  

Nas paisagens do Tocantins, és letra e és canção,  

Um símbolo vivo, onde terra, gente e história se unem.


Em cada galho teu, a herança de um povo a cantar,  

Em cada fruto teu, a esperança que faz a terra sonhar. 

terça-feira, 19 de setembro de 2023

O Eterno Aprendizado: O caminho do Professor de Inglês


Em salas de aula, o professor é rei e plebeu,  
Dominando a língua, mas sempre aluno seu.  
A formação continuada, um oceano a navegar,  
Onde cada onda traz novos saberes a conquistar.

O inglês evolui, e com ele, a didática se alinha,  
Na constante atualização, a essência se defina.  
Workshops, seminários, em círculos de debate,  
O professor aprende, para que o ensino não abate.

Nas nuances do "have" e "has," na fala e na escrita,  
Renova suas estratégias, numa paixão tão infinita.  
Da sala de aula às conferências online globais,  
Torna-se um viajante em territórios pedagógicos reais.

A formação continuada, mais que um diploma em mão,  
É um compromisso com a própria vocação.  
Pois na fluidez do idioma, no mundo a se expandir,  
O professor também é aprendiz, no constante redescobrir.

E assim, na jornada que se refaz a cada dia,  
O professor de inglês esculpe sua sabedoria.  
Na eterna busca pelo saber, que a todos fascina,  
Cada aula é um novo capítulo, cada aluno, uma página ainda não lida.

Sapato velho

No canto do quarto, repousa um sapato,   pele gasta, sola fina, passo exato.   Já não brilha, não disputa, não se exibe,   mas g...